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21.7.07

POR MUITO QUE O GABES

Cedo ou tarde aceitarás a realidade e perceberás que nunca passou de uma segunda escolha.
De um mal menor...

20.7.07

ISSO É UMA PROMESSA, PÁ?

Ou vais voltar a desiludir a malta?

17.7.07

HÁ QUEM OS PREFIRA

Mansos.

15.7.07

ESTA ESTRANHA SENSAÇÃO...

...De um gajo se sentir observado em silêncio por quem se abstém de intervir seja no que for até surgirem as raras (e nem sempre certeiras) oportunidades em que nos possam meter em causa.

13.7.07

LUZES DA RIBAIXA

CADA VEZ PERCEBO MELHOR

Algumas jogadas.

12.7.07

CORRENTES DE TRAMPA

Agora anda aí a dos blogues com grelos, o "imaginativo" contraponto (presume-se) à dos blogues com tomates (que de resto não tinha por objectivo a propagação em massa nem se revê numa tradução tão à letra daquilo que o seu nome implica).

Falava eu há pouco (no post anterior) do íntimo, do boçal e da intelectualidade de pacotilha não era?

10.7.07

MAS NO FUNDO EU GOSTO É DA PAZ

Se me dão um estalo, eu é logo: paz!
E geralmente ratifico o "tratado" com uma segunda de mão.

28.6.07

ESSE PELO TÃO ERIÇADO




Ouço o teu distante ladrar, rafeiro empoleirado sobre uma pilha de tijolos que engrandecem aos olhos de uns tolos a tua eloquência canina.
Entendo o teu sofrer, vadio enclausurado que te sentes ignorado e mordes sem sucesso os grilhões que te amarram a padrões que ladras em protesto.
E eu percebo o teu gesto, canídeo esganiçado, esse desespero ladrado é um apelo por atenção. Talvez um pouco de compreensão para o móbil da tua amargura, essa vida tão escura na casota que te aperta e tu tanto precisas exprimir.

Um colorido azulejo com o teu nome pintado, o nome de um marujo por dentro naufragado.
É a tua voz que se faz ouvir e só nós escutamos esse latir. É a tua voz tão desafinada que ecoa pela madrugada, ouvida por meia dúzia, a matilha macambúzia que te acompanha, cada um no seu quintal, e tu porque ladras mais alto és o rei do maralhal.

E cogito uma saída para essa cauda tão caída, tento abrir-lhe uma via para evitar a paralisia, congelada num momento esborratado pelo tempo, pendurada como liana para o macaco se agarrar em desespero de causa. Antes isso do que uma pausa para remodelações na loja dos caixões, aquele velório colectivo do teu orgulho tão altivo e que afinal acabou por morrer aos olhos de quem quer ver onde afinal mais te dói.

Agito-te um osso, prometo-te almoço e tu rosnas sem cessar. A tua fome a apertar é sede de conversa, não falta quem te aqueça a próxima refeição. Nem tens vida de cão, mas protestas! Tudo aquilo que detestas, latido ao vento num tom cinzentão.
Nem tens vida de cão, mas como está não gostas e a forma como o demonstras é a cantar o fado ladrado, esse uivo reprimido que o teu dono castiga se algum dia se fatiga da tua tendência para o mau humor. Ou se lhe chega algum rumor da tua lamentação sempre tão fina, essa traição tão clandestina a quem te alimenta e os vícios te sustenta, o dono que me dizem ser um teu amigo fiel.

E tu destilas esse fel, um desatino, quando até és um sortudo canino e só te faltam as pulgas para coçar. E coças até arranhar, nesse teu auto-flagelo que me agride como um martelo daqueles do São João.

Eu escuto essa voz de cão que ladras à distância. Mas tenho a consciência do drama fundamental, a psicologia animal de quem está habituado a conviver com o latido como forma de expressão.

Precisas de atenção porque és um rafeiro mimado e se dela te sentes privado mete um sorriso nesse focinho e eu serei um bom vizinho.

Talvez pingue de vez em quando um osso duro de roer, ou dois, mas tu acabas por aprender depois a controlar o nível do som quando a tonteira te agita.

E a abandonar esse tom hostil que só te prejudica.

27.6.07

MOMENTO "CARAS"

Sem querer, descobri que entornou o caldo na relação fraternal entre um grupelho sui generis desta nossa comunidade tão heterogénea.
E foi de tal forma que vale a pena consultar os arquivos desses blogues para constatar o contraste do tempo em que andavam às "beijocas".

São tão fortes os vínculos virtuais...

24.6.07

CALA-TE BOCA...

4.6.07

TENHO CONHECIDO COISAS DIFERENTES NA BLOGOSFERA

E algumas são bem porreiras, seja pelo tema, seja pela escrita, seja pelas pessoas, seja pela criatividade do todo.

For something completely different experimentem regressar a um mundo que marcou a minha infância e as de muita gente da minha geração.

E se quiserem ver o tipo de mimos que recebem os nossos colegas com estatuto de figura pública dêem uma vista de olhos neste aqui (O título do blogue - no URL - diz tudo...).

Para terminar este pequeno bloco de recomendações deixo-vos com a referência a um projecto colectivo que prometia mas infelizmente parece não ter cumprido os objectivos dos seus autores. Ou de quem o visitava, como eu.

31.5.07

CADÁVERES ADIADOS

Tem sido uma fase terrível em matéria de defuntos blogueiros que recusam repousar em paz nas suas tumbas virtuais.
A nova moda é o blogueiro zombie ou vou-me-de-vez-mas-talvez-volte-já-de-seguida.

27.5.07

OS FALHADOS

Agora fazem a coisa por turnos.
Nascem e renascem, morrem e remorrem à vez...

ANDAM AGITADAS OUTRA VEZ

As hienas.