Sempre gostei de mulheres maduras, em detrimento das mais jovens que a maioria refere como mais apelativas.
Um dos motivos que me levam a assumir tal inclinação é precisamente a constatação (sem generalizações forçadas) que uma significativa percentagem das mulheres abaixo dos 35 anos de idade que conheço ou conheci são fraquinhas, inconstantes. Navegam ao sabor de humores que se revelam incapazes de controlar. Começam como acabam, levianas. Não persistem, são desistentes natas, por vezes parecem-me incapazes de levar qualquer tarefa ou missão até ao fim porque vacilam a todo o instante sob a pressão de inúmeros factores que, regra geral, giram em torno dos seus umbigos tão sobrevalorizados quanto instáveis e inseguros.
Não há regra sem excepção. Mas qualquer mulher na faixa etária que refiro e que se revele diferente para melhor nos aspectos que citei terá sempre aos meus olhos um cariz excepcional.