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16.1.10

SELF SERVICE

Agarrou-a pelos cabelos e chamou-lhe sua quando, com apenas a firmeza necessária, a puxou para si e apropriou-se daquilo que mais lhe apetecia de entre tudo o que ela colocou ao dispor.

30.11.09

RASTILHO CURTO

Meteu-lhe as pernas sobre os ombros e forçou a entrada milímetro a milímetro, olhos nos olhos para lhe apreciar a expressão.
Ela aguentou enquanto conseguiu, aquele vagar na introdução, mas de repente fincou-lhe os dedos nas nádegas e puxou-o com força para si.
E gritou bem alto o óbvio acerto da sua decisão.

25.10.09

MICRO-ROMANCE DE OUTONO

Sentou-se à espera dela debaixo de uma árvore no final do Verão.
E dali não saiu até a última folha desertar.

2.10.09

A APRECIADORA

Nem pensou duas vezes quando ela lhe passou a mão pela barguilha, um ligeiro apertão, e lhe deu a entender que seria sua ali mesmo, no meio da rua, depois de um serão nos copos recheado de olhares esclarecedores.
Procurou de imediato um local mais sossegado e encostou-a numa parede e beijou-a como se disso dependesse a sua sobrevivência, forçando o contacto para que ela percebesse o quanto a queria naquele preciso instante.
E foi de rompante que a possuiu, avançando por entre as pernas que ela abriu, generosa, para o acolher em si.

28.9.09

MULHER DE SONHO

Ela sorriu, com o olhar maroto que sempre lhe deitava quando decidia tomar uma iniciativa qualquer.
Ele reagiu, braços estendidos para acolher aquela mulher sensacional mas o que ela queria afinal não era o seu abraço e tomou-lhe de assalto todo o espaço entre as pernas que lhe abriu.
A primeira coisa que ele sentiu foi o calor e a pressão suave das mãos femininas que o mediam com destreza e confirmavam a certeza que ela tinha estampada na expressão. E saboreou-lhe o tesão de cima a baixo, conhecedora, uma mão entretida num suave movimento de vaivém e a outra em forma de concha onde ele tanto apreciava e ela até parecia que adivinhava os movimentos ideais.

Ele já queria muito mais e percorria-lhe os cabelos com as mãos desgovernadas, as pálpebras quase cerradas que apenas abria quando não resistia a olhá-la tão bela naquela posição e na sua firme determinação de lhe oferecer um momento único de prazer que não tardaria a ver interrompido pelo homem desejado que sem pressa se levantou e mal a contornou colou-se às suas costas para nela investir, depois da carícia de um beijo, tudo quanto lhe acrescentara de desejo no corpo masculino que, como sempre, lhe entregou.

12.9.09

FINAL FELIZ

Ela percebeu-o mais duro que nunca enquanto o apalpava e quis senti-lo melhor.
Ele sentou-se na beira do sofá e ela encaixou-se até onde conseguia, agitando as ancas num suave movimento de vaivém.
Ela tremia e gritava e ele sorria e olhava a expressão de fêmea agradada que o fazia crescer um pouco mais.
Sem pressa alguma, sem vontade de parar, ela insistia em aproveitar aquela firmeza tão estimulante e ele percebia e se o pensava melhor o fazia, provando-se capaz de manter aquele ritmo até ao fim que ela pressentia e por isso lhe pedia que a acompanhasse no momento fulcral.
Ele negou-se a partilhar o final que não queria apressar, queria também fazer render o tesão endiabrado que lhe provocava aquela mulher sensual que deitou por baixo de si, pernas fechadas, e possuiu de novo por detrás enquanto lhe sussurrava aos ouvidos o prazer que sentia e assim retribuía, desejo interminável, o peso do corpo assente naquele corpo tão quente colado ao seu pelo suor de uma tarde de Verão.

E só depois de ela se agitar de novo num orgasmo que não conseguia simular ele decidiu então celebrar toda aquela emoção com um epílogo tão magnífico que só podia considerar-se um final mesmo feliz.

28.7.09

DONA DE SI

Deixou-se estar durante alguns minutos a observar, sentada na duna, os três jovens que jogavam à bola. De vez em quando olhava o mar e começava a pensar na vida e no sentido que não lhe encontrava, a vida que levava em função de costumes e de pressupostos que sabia não serem os seus.
Depois voltava a concentrar a atenção nos três rapazes bem constituídos que lhe deitavam olhares atrevidos e pareciam trocar impressões acerca do seu corpo bem cuidado e das formas generosas que sabia constituírem uma tentação.
Apeteceu-lhe de repente sentir-se puta, enquanto no horizonte o sol já se preparava para abandonar aquela praia vazia que agora lhe parecia o palco ideal para uma tórrida aventura de Verão.

Bastou indicar com uma mão o caminho até si.
Um a um, satisfez o trio atesoado e depois assistiu ao que restava do ocaso abençoado que lhe iluminou o sorriso especial que não tardaria a repetir...