A verdade surge por vezes como um clarão no horizonte, um prenúncio distante de trovoada do qual retemos apenas a mensagem principal.
Pode acontecer na sequência de um acontecimento ou mesmo da respectiva ausência, essa luz que nos alerta para as péssimas consequências de a querermos ignorar.
A verdade surge por vezes como um sinal.
Daqueles que nos avisam que se não acordamos acabamos por lhes acertar em cheio com a cabeça no meio das nossas deambulações desatentas.